BCI e Girl Move Academy renovam parceria
O BCI e a Girl Move Academy renovaram, esta Terça-feira (02 de Dezembro), em Maputo, a sua parceria através da assinatura de um novo protocolo que reforça o compromisso comum com o desenvolvimento das comunidades moçambicanas, por meio da capacitação de jovens mulheres.
Com esta renovação, o BCI volta a afirmar o seu compromisso com o Programa Change de Liderança e Inovação Social, garantindo mais bolsas de impacto e permitindo que ainda mais raparigas participem nesta iniciativa, que forma a nova geração de líderes femininas em Moçambique.
Na cerimónia, o Presidente da Comissão Executiva (PCE) do BCI, Francisco Costa, sublinhou: “queremos impactar a sociedade, no propósito de tornar Moçambique cada vez melhor. E nada melhor do que nos juntarmos a quem está no terreno, e sabe fazer… a quem consegue aproximar-se de quem precisa”.
Mais adiante Francisco Costa lançou um repto: “o desafio são os jovens de ambos os géneros”, disse. “Os jovens como um todo precisam deste amparo”. E reiterou: “a melhor forma de impactarmos é sermos nós próprios”.
Marta Roff, representante da Girl Move em Moçambique, enalteceu o papel do BCI na parceria, ressaltando que “hoje celebramos não apenas a renovação deste protocolo, mas a continuidade de um movimento transformador. Ao longo dos 10 anos de existência da Girl Move, e desde 2019 em parceria com o BCI, já impactámos mais de trezentas jovens. Percebemos, cada vez mais, que investir na mulher e na rapariga é investir no progresso das comunidades e no poder do efeito multiplicador”.
Concluiu afirmando que “por isso, hoje, não se trata apenas da Girl Move; trata-se de um movimento maior, do impacto que geramos, das vidas que mudam e da liderança que está em acção. É sobre futuro, mudança e propósito”.
O evento contou com a participação de três beneficiárias que testemunharam a sua experiência. Enquanto, para a Milena, participar no Programa Change é um processo intenso de construção pessoal, para a Laliana ser girl mover é um verdadeiro estado de consciência, uma sensibilidade acrescida para realidades que, muitas vezes, passam despercebidas. Já para a Marie, sair do Niassa para Maputo representou uma transformação profunda, “como dar uma volta de 360º”, um caminho que lhe permitiu trabalhar a sua personalidade e prepará-la para partilhar com muitas outras meninas o significado de sonhar.