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BCI e Instituto Camões reforçam parceria no apoio à arte e à cultura

O BCI e o Camões– Instituto da Cooperação e da Língua assinaram, a 27 de Novembro, em Maputo, um protocolo que reforça o apoio do Banco a projectos de educação cultural, acesso à arte e fortalecimento comunitário. O acordo foi rubricado pelo Director do Camões, José Amaral Lopes, e pelo Presidente da Comissão Executiva (PCE) do BCI, Francisco Costa, na presença do Embaixador de Portugal em Moçambique, Jorge Monteiro.

Durante a cerimónia, realizada no Centro Cultural Português, Francisco Costa destacou o compromisso do BCI com o desenvolvimento do país. Sublinhou que “o BCI está presente, e quer estar presente, em tudo aquilo que diz respeito à vida de Moçambique e dos moçambicanos”, referindo-se ao Instituto Camões como “uma instituição especializada e de referência na divulgação da arte”, razão pela qual “esta parceria faz todo o sentido”.

O PCE destacou que a cultura e a arte são pilares do desenvolvimento e da identidade nacional, sublinhando a necessidade de apoio contínuo aos artistas: “Não há arte sem apoio. E esse apoio deve ser financeiro, mas também de promoção e divulgação da produção artística”. Realçou ainda o papel das mediatecas como espaços fundamentais para exposições, lançamento de livros, entre outras oportunidades que o novo protocolo contribuirá para ampliar.

Por sua vez, o Director do Camões, José Amaral Lopes, afirmou que “num contexto em que a criação artística exige talento, dedicação e recursos que garantam condições dignas de trabalho, o apoio do BCI não apenas viabiliza projectos, como fortalece todo um ecossistema cultural, permitindo que os artistas cheguem ao público de forma mais ampla e eficaz”. Sublinhou ainda que, ao investir na arte, o BCI contribui para a construção comunitária, para a educação estética do público e para o enriquecimento da sociedade.

O Embaixador de Portugal, Jorge Monteiro, louvou o compromisso do BCI, referindo que o apoio continuado do Banco ao Centro Cultural Português “é sempre de destacar”, sobretudo quando instituições privadas dedicam parte dos seus recursos à promoção da arte. “É uma missão nobre, que agradecemos encarecidamente. O Instituto Camões e o BCI formam uma parceria vencedora e estou convencido de que este é apenas o início de um caminho que nos levará mais longe na promoção das artes e na aproximação dos dois países através da cultura”.

A cerimónia foi igualmente marcada pela inauguração da exposição de artes visuais “Mudaulane 4.1 – Quotidianos”, do artista moçambicano Celestino Mudaulane, que reúne obras de pintura, desenho e cerâmica. Na ocasião, o artista partilhou elementos do seu percurso, que inclui exposições em diversos países, e agradeceu ao BCI e ao Camões pelo apoio todo que têm prestado.

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